Falar de receptivo qualificado é falar de hospitalidade, da forma como os turistas são recebidos no Rio de Janeiro e que imagem levarão para casa. Como estagiária da Riotur, no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, afirmo que o receptivo da nossa cidade deixa a desejar.
Se o turista não vier com o pacote fechado, incluindo transportes, hotéis e passeios, ele certamente terá problemas. A começar pelos taxistas do aeroporto que, disputando o passageiro quase que agressivamente, assustam os turistas que já chegam ao Rio, receosos.
Muitos desses taxistas são mal intencionados e cobram preços muito mais elevados do que marcaria o taxímetro. Tirando pouquíssimos seguranças que alertam os passageiros, a maioria faz vista grossa e, esses taxistas conhecidos como “bandalhas” levam grande quantidade de turista.
Da mesma forma, os balcões de informações turísticas nos aeroportos, apesar da boa vontade de muitos funcionários, não têm uma estrutura adequada. Faltam computadores para um atendimento melhor, os telefones sempre com mau contato, faltam informações por parte da Riotur acerca das atualizações e novidades dos atrativos turísticos e/ou programação da cidade. Além da estrutura precária do balcão em si.
No entanto, mesmo os passageiros que vêm com os pacotes fechados podem se decepcionar na recepção. Quando não tem ninguém na saída aguardando o passageiro. Ora por falta de comunicação entre as transportadoras e as agências, ora devido aos atrasos constantes por causa do caos do trânsito na nossa cidade.
Portanto, é lastimável o descaso para com a recepção dos turistas, e de certa maneira preocupante, por que já se sabe que a hospitalidade é um fator decisivo no retorno ou mesmo de indicação de um turista à localidade.
Como disse Luiz Strauss, presidente da ABAV Rio: “São vários os gargalos que dificultam o turismo numa grande cidade como o Rio de Janeiro. Falta de infra-estrutura aeroportuária, portuária e rodoviária; falta de sinalização turística apropriada; receptivo qualificado; verbas para promoção do destino através da Riotur. A desordem urbana continua sendo um dos principais vilões do Rio, pois passa uma sensação de insegurança aos turistas”- respondendo a uma pergunta da TuriNews, o Jornal do Turismo Brasileiro, acerca dos fatores prejudiciais ao turismo no Rio de Janeiro.
Se o turista não vier com o pacote fechado, incluindo transportes, hotéis e passeios, ele certamente terá problemas. A começar pelos taxistas do aeroporto que, disputando o passageiro quase que agressivamente, assustam os turistas que já chegam ao Rio, receosos.
Muitos desses taxistas são mal intencionados e cobram preços muito mais elevados do que marcaria o taxímetro. Tirando pouquíssimos seguranças que alertam os passageiros, a maioria faz vista grossa e, esses taxistas conhecidos como “bandalhas” levam grande quantidade de turista.
Da mesma forma, os balcões de informações turísticas nos aeroportos, apesar da boa vontade de muitos funcionários, não têm uma estrutura adequada. Faltam computadores para um atendimento melhor, os telefones sempre com mau contato, faltam informações por parte da Riotur acerca das atualizações e novidades dos atrativos turísticos e/ou programação da cidade. Além da estrutura precária do balcão em si.
No entanto, mesmo os passageiros que vêm com os pacotes fechados podem se decepcionar na recepção. Quando não tem ninguém na saída aguardando o passageiro. Ora por falta de comunicação entre as transportadoras e as agências, ora devido aos atrasos constantes por causa do caos do trânsito na nossa cidade.
Portanto, é lastimável o descaso para com a recepção dos turistas, e de certa maneira preocupante, por que já se sabe que a hospitalidade é um fator decisivo no retorno ou mesmo de indicação de um turista à localidade.
Como disse Luiz Strauss, presidente da ABAV Rio: “São vários os gargalos que dificultam o turismo numa grande cidade como o Rio de Janeiro. Falta de infra-estrutura aeroportuária, portuária e rodoviária; falta de sinalização turística apropriada; receptivo qualificado; verbas para promoção do destino através da Riotur. A desordem urbana continua sendo um dos principais vilões do Rio, pois passa uma sensação de insegurança aos turistas”- respondendo a uma pergunta da TuriNews, o Jornal do Turismo Brasileiro, acerca dos fatores prejudiciais ao turismo no Rio de Janeiro.

2 comentários:
Arrasou nas palavras, Juu.
Adorei a parte que fala da nossa boa vontade, e da situação precária com a qual trabalhamos. Será que um dia isso vai mudar? Se não fosse a nossa boa vontade em ajudar, muitos jamais falariam bem do receptivo da cidade. Nós somos os que salvam em algumas situações essa péssima imagem que muitos turistas levam.
Ju concordo plnamente com tudo isso !!
Já trabalhei com agencia de receptivo e posso afirmar que o serviço é precário.
O problema se agrava quando tratamos de passageiros VIP !
Aí é que não existe nada mesmo !
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