Os terminais de transporte são verdadeiros cartões de visita de qualquer cidade ou país, assim como o velho ditado: “A primeira impressão é a que fica!” Para isso, muitos aeroportos, rodoviárias, portos e estações de trem de todo o mundo vêm se modificando e diversificando seus serviços. Podemos citar como exemplo o aeroporto de Changi, em Cingapura, que organiza passeios de ônibus pela cidade para passageiros em trânsito.
Analisando a infra-estrutura aeroportuária de nosso país, esbarramos com uma atuação passiva da então administradora dos aeroportos brasileiros – Infraero. A competição entre os aeroportos, e conseqüentemente entre suas cidades sedes, é quase nula devido ao monopólio estatal existente no Brasil. Com uma administração central, os aeroportos que mais arrecadam não vêem o resultado de seu trabalho reinvestido no próprio terminal. Isto ocorre devido aos demais terminais deficitários do país.
Aqui, disputar cada cliente é papel exclusivo das empresas aéreas, enquanto vemos, aos níveis internacionais, esta disputa sendo praticada entre os competitivos aeroportos. A árdua batalha para atrair turistas faz com que, cada vez mais, os terminais de transporte, em concomitância com políticas públicas e iniciativas privadas focadas no turismo, se imponham com extrema relevância para o turismo. Esta parceria é imprescindível para o sucesso de uma gestão aeroportuária, principalmente para o desenvolvimento socioeconômico desta região por meio do turismo.
É legítimo afirmar que a aplicação de novas tecnologias, a diversificação de serviços, o incentivo à permanência do passageiro, entre outras ações fazem com que o turismo se desenvolva de forma mais expressiva e acelerada. A falta de competitividade entre os terminais de nosso país é uma discussão importante e pela qual alguns acreditam que a sua privatização será a melhor solução. Mas e ela? Quando chegará?
Analisando a infra-estrutura aeroportuária de nosso país, esbarramos com uma atuação passiva da então administradora dos aeroportos brasileiros – Infraero. A competição entre os aeroportos, e conseqüentemente entre suas cidades sedes, é quase nula devido ao monopólio estatal existente no Brasil. Com uma administração central, os aeroportos que mais arrecadam não vêem o resultado de seu trabalho reinvestido no próprio terminal. Isto ocorre devido aos demais terminais deficitários do país.
Aqui, disputar cada cliente é papel exclusivo das empresas aéreas, enquanto vemos, aos níveis internacionais, esta disputa sendo praticada entre os competitivos aeroportos. A árdua batalha para atrair turistas faz com que, cada vez mais, os terminais de transporte, em concomitância com políticas públicas e iniciativas privadas focadas no turismo, se imponham com extrema relevância para o turismo. Esta parceria é imprescindível para o sucesso de uma gestão aeroportuária, principalmente para o desenvolvimento socioeconômico desta região por meio do turismo.
É legítimo afirmar que a aplicação de novas tecnologias, a diversificação de serviços, o incentivo à permanência do passageiro, entre outras ações fazem com que o turismo se desenvolva de forma mais expressiva e acelerada. A falta de competitividade entre os terminais de nosso país é uma discussão importante e pela qual alguns acreditam que a sua privatização será a melhor solução. Mas e ela? Quando chegará?

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