Após algumas postagens sobre mercado de trabalho, o Visões do Turismo decidiu abordar um tema de extrema importância para o futuro de nossas carreiras como turismólogos. Calma, ainda seremos (ou somos) bacharéis em Turismo, nada de turismólogos por enquanto! Pelo menos sob a ótica da regulamentação da profissão em nosso país, continuamos bacharéis. Este assunto está tramitando em poder de nossos governantes há alguns longos anos e simpósios, encontros, reuniões, entre outros são realizados entorno desta questão.
Existe uma grande discussão entre os que apóiam a regulamentação e os que são contra. Alguns defendem que ao regulamentarmos a nossa profissão, muitas pessoas perderiam seus empregos já que haveria piso salarial, obrigatoriedade de formação acadêmica do empregado, entre outras restrições que afetariam diretamente o mercado turístico.
Por outro lado, os que ainda resistem e lutam pela regulamentação afirmam que existem diversos motivos para a regulamentação. Um deles é que somos prejudicados devido à invasão de profissionais de outras áreas. Geógrafos, economistas, historiadores, administradores, entre muitos outros atuam intensamente em nosso mercado. Conquistar nosso lugar ao sol nesse grande e tentador mercado, que para economistas visionários é o que mais se desenvolverá na próxima década, é uma árdua e longa caminhada.
Não podemos deixar de expor que o turismo possui suas interdisciplinaridades e que sobrevive devido às suas interfaces com as ciências econômicas, a geografia, a história, a museologia, etc. Mas para isso existe a graduação em turismo! É justamente pelos nossos 4 anos de graduação, mais 2 anos de mestrado, 2 anos de doutorado, entre outras pós-graduações que o profissional do turismo está capacitado a interagir com as diversas áreas que o turismo exige.
A tramitação do projeto de lei de regulamentação da profissão apresentado em 2002 ainda se encontra na Câmara. O comodismo por parte de alguns e a contrariedade de outros fazem com que a pressão aos nossos governantes seja quase nula. Para que nossas reivindicações sejam atendidas é necessário questionar, fiscalizar, pressionar!
Link com a tramitação da proposição de regulamentação da profissão de turismólogo:
http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=54934
Existe uma grande discussão entre os que apóiam a regulamentação e os que são contra. Alguns defendem que ao regulamentarmos a nossa profissão, muitas pessoas perderiam seus empregos já que haveria piso salarial, obrigatoriedade de formação acadêmica do empregado, entre outras restrições que afetariam diretamente o mercado turístico.
Por outro lado, os que ainda resistem e lutam pela regulamentação afirmam que existem diversos motivos para a regulamentação. Um deles é que somos prejudicados devido à invasão de profissionais de outras áreas. Geógrafos, economistas, historiadores, administradores, entre muitos outros atuam intensamente em nosso mercado. Conquistar nosso lugar ao sol nesse grande e tentador mercado, que para economistas visionários é o que mais se desenvolverá na próxima década, é uma árdua e longa caminhada.
Não podemos deixar de expor que o turismo possui suas interdisciplinaridades e que sobrevive devido às suas interfaces com as ciências econômicas, a geografia, a história, a museologia, etc. Mas para isso existe a graduação em turismo! É justamente pelos nossos 4 anos de graduação, mais 2 anos de mestrado, 2 anos de doutorado, entre outras pós-graduações que o profissional do turismo está capacitado a interagir com as diversas áreas que o turismo exige.
A tramitação do projeto de lei de regulamentação da profissão apresentado em 2002 ainda se encontra na Câmara. O comodismo por parte de alguns e a contrariedade de outros fazem com que a pressão aos nossos governantes seja quase nula. Para que nossas reivindicações sejam atendidas é necessário questionar, fiscalizar, pressionar!
Link com a tramitação da proposição de regulamentação da profissão de turismólogo:
http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=54934

2 comentários:
Toda transição é difícil, ma penso que a categoria e o governo juntos poderiam desenvolver um plano de mudanças dos profissionais não especializados para os turismólogos. Isso já aconteceu com os jornalistas antes a profissão não era regulamentada e não tinha nenhum glamur, você simplismente virava jornlista, hoje tem q ser formado! Ser jornalista é ser uma Fátima Bernardes! acabaram com os revisores de texto! e com o tempo os profissionais não qualificado foram saindo do mercado e dando naturalmente espaço aos mais qualificados. Sei que não é uma tarefa fácil mais pode ser resolvida.
ENQUANTO NÃO SE REGULARIZA A PROFISSÃO DE TURISMOLOGO, O QUE PASSA NA CABEÇA DOS JOVENS ACADEMICOS DESTE CURSO É UMA NUVEM DE CONTRADIÇOES, ONDE ESTÃO A EXPECTATIVA DE UM MERCADO PROMISSOR E A INCERTEZA DE UM TRABALHO PROFISSIONAL REGULAMENTADO....
SE, SE INVESTE NO TURISMO COM A QUALIFICAÇÃO DAS PESSOAS É NECESSÁRIOS DAR A ESTAS AS CONDIÇÕES MINIMAS QUE AS SEGUREM UM TRABALHO QUE GARANTA SEUS DIREITOS E COMPENSE PELOS ANOS DE ESTUDOS DEDICADOS AO ASSUNTO.
NÃO REGULAMENTAR UMA PROFISSAO É INGNORAR UM PROFISSIONAL QUE TEM MUITO A CONTRIBUIR COM A SOCIEDADE!!!!
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