quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Receptivo qualificado...ou não!

Falar de receptivo qualificado é falar de hospitalidade, da forma como os turistas são recebidos no Rio de Janeiro e que imagem levarão para casa. Como estagiária da Riotur, no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, afirmo que o receptivo da nossa cidade deixa a desejar.

Se o turista não vier com o pacote fechado, incluindo transportes, hotéis e passeios, ele certamente terá problemas. A começar pelos taxistas do aeroporto que, disputando o passageiro quase que agressivamente, assustam os turistas que já chegam ao Rio, receosos.

Muitos desses taxistas são mal intencionados e cobram preços muito mais elevados do que marcaria o taxímetro. Tirando pouquíssimos seguranças que alertam os passageiros, a maioria faz vista grossa e, esses taxistas conhecidos como “bandalhas” levam grande quantidade de turista.

Da mesma forma, os balcões de informações turísticas nos aeroportos, apesar da boa vontade de muitos funcionários, não têm uma estrutura adequada. Faltam computadores para um atendimento melhor, os telefones sempre com mau contato, faltam informações por parte da Riotur acerca das atualizações e novidades dos atrativos turísticos e/ou programação da cidade. Além da estrutura precária do balcão em si.

No entanto, mesmo os passageiros que vêm com os pacotes fechados podem se decepcionar na recepção. Quando não tem ninguém na saída aguardando o passageiro. Ora por falta de comunicação entre as transportadoras e as agências, ora devido aos atrasos constantes por causa do caos do trânsito na nossa cidade.

Portanto, é lastimável o descaso para com a recepção dos turistas, e de certa maneira preocupante, por que já se sabe que a hospitalidade é um fator decisivo no retorno ou mesmo de indicação de um turista à localidade.

Como disse Luiz Strauss, presidente da ABAV Rio: “São vários os gargalos que dificultam o turismo numa grande cidade como o Rio de Janeiro. Falta de infra-estrutura aeroportuária, portuária e rodoviária; falta de sinalização turística apropriada; receptivo qualificado; verbas para promoção do destino através da Riotur. A desordem urbana continua sendo um dos principais vilões do Rio, pois passa uma sensação de insegurança aos turistas”- respondendo a uma pergunta da TuriNews, o Jornal do Turismo Brasileiro, acerca dos fatores prejudiciais ao turismo no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

"Aero" o quê?

Os terminais de transporte são verdadeiros cartões de visita de qualquer cidade ou país, assim como o velho ditado: “A primeira impressão é a que fica!” Para isso, muitos aeroportos, rodoviárias, portos e estações de trem de todo o mundo vêm se modificando e diversificando seus serviços. Podemos citar como exemplo o aeroporto de Changi, em Cingapura, que organiza passeios de ônibus pela cidade para passageiros em trânsito.

Analisando a infra-estrutura aeroportuária de nosso país, esbarramos com uma atuação passiva da então administradora dos aeroportos brasileiros – Infraero. A competição entre os aeroportos, e conseqüentemente entre suas cidades sedes, é quase nula devido ao monopólio estatal existente no Brasil. Com uma administração central, os aeroportos que mais arrecadam não vêem o resultado de seu trabalho reinvestido no próprio terminal. Isto ocorre devido aos demais terminais deficitários do país.

Aqui, disputar cada cliente é papel exclusivo das empresas aéreas, enquanto vemos, aos níveis internacionais, esta disputa sendo praticada entre os competitivos aeroportos. A árdua batalha para atrair turistas faz com que, cada vez mais, os terminais de transporte, em concomitância com políticas públicas e iniciativas privadas focadas no turismo, se imponham com extrema relevância para o turismo. Esta parceria é imprescindível para o sucesso de uma gestão aeroportuária, principalmente para o desenvolvimento socioeconômico desta região por meio do turismo.

É legítimo afirmar que a aplicação de novas tecnologias, a diversificação de serviços, o incentivo à permanência do passageiro, entre outras ações fazem com que o turismo se desenvolva de forma mais expressiva e acelerada. A falta de competitividade entre os terminais de nosso país é uma discussão importante e pela qual alguns acreditam que a sua privatização será a melhor solução. Mas e ela? Quando chegará?

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Plano Diretor de desenvolvimento turístico de Paraty


Complementando o assunto, plano diretor de turismo, falaremos de como o PDDT da cidade de Paraty vem sendo útil para a construção de uma atividade turística bem estruturada e com vistas à sustentabilidade.

Um Plano diretor possibilita aos gestores da localidade identificar quais os problemas atuais e em que eles podem se transformar no futuro, através de um diagnóstico e prognóstico, respectivamente. E, a partir disso, desenvolvem-se projetos e ações para minimizar os impactos negativos e fomentar os positivos.

Após analisarmos o plano diretor de desenvolvimento turístico de Paraty(2003), destacamos alguns itens citados no diagnóstico e alguns no prognóstico para mostrar como uma ferramenta como essa pode ser útil ao planejamento turístico.



Diagnóstico:


-Rede de ônibus com equipamentos precários;


-Transporte aéreo representa apenas 0,4% e o aeroporto está em péssimas condições;


-Problemas no abastecimento de água na alta temporada;


-Rede de esgoto precária por causa do solo argiloso gera péssimo odor no centro;


-Coleta de lixo não é suficiente na alta temporada;


-Fornecimento de energia apresenta constantes blackouts, principalmente nas alta temporada;


-Problemas com a segurança dos turistas nas praias pela baixíssima quantidade de salva-vidas;


-Falta de plano de evacuação da cidade em caso de acidente na usina nuclear de Angra;


-Placas de sinalização estão padronizadas, porém não oferecem boa visualização;


-Construção do portal de entrada que vai diminuir a entrada de ônibus de excurssão;


-Centro de informações turísticas faltando material impresso com informações para o visitante, principalmente em outras línguas como inglês, espanhol e francês;


-79,6% das empresas em Paraty são direta ou indiretamente ligadas ao turismo;


-Exportação gerada pela atividade turística: R$ 94.879.000,00 (pouco fica na cidade pela grande quantidade de serviços importados);


-Mais da metade da PEA trabalha com o turismo, no entanto há pouca qualificação;


-O meio ambiente vem sofrendo grande impacto negativo devido a falta de planejamento e controle da atividade turística;


-Dados do turista que visita Paraty: 83,5%(se hospeda na região central) / R$ 427,35 (Gasto médio do turista) / 18 a 25 e 35 a 50 (Faixa etária) / 3.000 a 10.000 (renda familiar) / 50% dos turistas domésticos vêm de SP e 38% vêm do RJ / 13,5% de turistas estrangeiros.


-Foi elaborado um estudo da capacidade de carga das 39 praias da Baía de Paraty;


Prognóstico:
(Quadro esperado entre 2 a 5 anos)



-Falta cada vez mais frequente de luz e água durante a alta temporada;


-Saturação de hotéis e pousadas na região central da cidade;


-Problemas estruturais com o excesso de campings na praia do sono;


-Aumento da especulação imobiliária;


-Aumento da pressão pela construção de empreendimentos turísticos em unidades de conservação;


-Expansão desordenada da atividad turística em áreas naturais;


-Descaracterização de alguns festejos locais;


-Utilização inadequada do patrimônio étnico-cultural, tornando negros e índios em produto;


-Aumento desordenado do fluxo de turistas;


-Abandono do emprego por grande parte da população para trabalhar no turismo;



Portanto, com essas características é possivel desenvolver planos, projetos e ações específicas para evitar os maus impactos e incentivar os bons. Por esse e outros motivos, é que as cidades que pretendem viver do turismo como atividade econômica e geradora de renda não devem deixar de desenvolver seu Plano diretor de Turismo.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Plano Diretor de Turismo

Para darmos continuidade ao tema Planejamento, é importante falarmos de Plano Diretor de Turismo. Um respaldo que as prefeituras nem sempre têm e, quando têm, normalmente, trata-se de um Plano desatualizado.

O processo de elaboração de um Plano Direto de Turismo não é um processo muito simples e demanda uma série de implicações além de, claro, turismólogos capacitados. O processo consiste na organização de inventários com aspectos gerais e turísticos, diagnóstico da realidade local, prognóstico estabelecendo diretrizes, programas e projetos a serem realizados para organizar o turismo, sua implementação e seu controle.

A princípio, organiza-se um inventário dos aspectos gerais da cidade como tamanho da população, delimitação territorial, aspectos climáticos, legislação, levantamento de infra- estrutura básica, pública e turística, além de dados culturais, sociais, econômicos e ambientais entre outros. Em relação ao turismo, são contabilizados todos os atrativos com potencial turístico, considerando suas características principais e segmento em que se enquadra.

Em seguida, é feito um diagnóstico, ou seja, uma análise do turismo como ele está sendo realizado, considerando sua demanda e inventário, suas potencialidades, deficiências, necessidades e oportunidades para um direcionamento maior do planejamento local. Ainda para o diagnóstico, são utilizados instrumentos de pesquisa, como questionários realizados com população e empresas do mercado turístico, para saber de uma maneira mais precisa o perfil da comunidade e do mercado turístico e de seus interesses.

Só então é possível fazer um prognóstico com propostas, diretrizes, programas e projetos para a região. Essas ações teriam como meta a organização do turismo através da sustentabilidade e da gestão participativa, contando com parcerias públicas e privadas.

Assim, vemos que o plano diretor de turismo tem como principal finalidade melhorar o setor turístico da cidade. Esses projetos podem estar vinculados às políticas públicas de acesso, transportes e sinalização; às políticas ambientais, histórico-culturais, sociais, econômicas e outras. Além disso, as prefeituras devem ter um controle das atividades realizadas, monitorando através de dados estatísticos e ouvidoria com a população a maneira como o turismo está sendo gerido e praticado pela prefeitura e pelo mercado.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

E você? Está por dentro do turismo?

Quando pensamos em qualquer meta que queremos atingir, ponderamos sempre de que maneira poderemos nos preparar melhor para alcançá-las, ou seja, como iremos planejar todo o percurso para chegarmos até elas. Com o turismo não é diferente, cada vez mais percebemos a necessidade do planejamento para a realização de qualquer ação no setor.

Sendo assim, para planejar o turismo é necessário que se conheça toda a oferta turística e infra-estrutura básica de determinada região, as características da demanda e da população local, a legislação aplicada dentro daquele ambiente e os programas e ações do Ministério do Turismo.

E você leitor, já conhece todos os macroprogramas, programas e ações do Ministério do Turismo? Não?! Pois bem, é de suma importância saber que é com o desempenho dessas atividades, que estão sendo planejadas e desenvolvidas para fomentar o turismo no Brasil, que o Ministério pretende aumentar o número de empregos, de renda e de inclusão social no território nacional.

Tendo em vista esses objetivos, se faz necessário conhecer os macroporgramas do Ministério, que se dividem em 8 e englobam planejamento e gestão, informação e estudos turísticos, logística de transportes, regionalização do turismo, fomento à iniciativa privada, infra-estrutura pública, qualificação de equipamento e serviços turísticos e promoção e apoio à comercialização.

Fazendo uma análise mais minuciosa do macroprograma de planejamento e gestão, veremos que ele conta com 3 programas: o programa de implementação e descentralização da política nacional de turismo, o programa de avaliação e monitoramento do plano nacional de turismo e o programa de relações internacionais. Em suma, esses programas buscam formular e sistematizar a Política Nacional de Turismo no Plano Nacional de Turismo, assim como acompanhar, avaliar resultados e propor adequações nesse processo e desenvolver relações institucionais com outros países, objetivando a promoção do turismo e a troca de experiências no setor.

Para mais informações sobre os macroprogramas do Ministério do Turismo, acesse: http://www.turismo.gov.br/

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Post do leitor!

O visões do turismo está sempre aberto a textos e ou sugestões por parte de seus leitores. Hoje, iniciando a coluna "post do leitor", temos o texto da Aluna da UNIRIO Bruna Lobão, do 8º período de Turismo.
A aluna aborda o tema "cursos de especialização de Turismo no exterior", contribuindo, assim, para o nosso tema atual sobre mercado de trabalho turístico.


Enquanto aluna de turismo na Unirio vivenciei diversas mudanças no mercado turístico e acredito que atualmente o mercado está em busca de profissionais cada vez mais especializados. Porém muitos profissionais são criticados por investirem demasiadamente em cursos de pós - graduação, mestrado, doutorado e não possuírem qualquer experiência no mercado.

Essas críticas são válidas, mas como seria possível ter experiência num mercado que busca profissionais especializados?! O ideal é que exista um equilíbrio entre essas especializações e a atividade profissional.

Tendo em vista esses requisitos modernos e sendo fortemente influenciada pelos meus pais e por minha irmã, recentemente fui a uma feira internacional que tinha por objetivo divulgar os cursos de pós - graduação das universidades do Reino Unido. Tentei ao máximo extrair informações sobre cada universidade e programas de bolsas de estudo. Isso me encheu de esperança quanto ao meu futuro profissional. Felizmente, a maior parte das universidades que participavam da feira ofereciam cursos de especialização diversas áreas do turismo.

A jornada para conseguir uma bolsa de estudos no exterior não é fácil. Experiência profissional mínima de 2 anos na área de interesse, um currículo que se destaque, cartas de recomendação e certificados que comprovem a fluência na língua inglesa são só alguns dos diversos requisitos para conseguir a sonhada scholarship. A maior parte das universidades tem seus requisitos próprios e é preciso primeiro ser aceito na universidade por meio de um projeto que possua uma relevância acadêmica e boas justificativas para depois se candidatar a uma bolsa de estudos.

Devido a essa especificidade é preciso realizar uma pesquisa, garimpando as informações de cada curso oferecido por cada universidade pela internet. Para facilitar os que se interessarem pelo assunto, segue abaixo um quadro com o endereço eletrônico das universidades e os cursos que elas oferecem:



EF Brittin College
www.ef.com/study_uk
Hotelaria e Turismo


Guildford Colleg
www.guilford.ac.uk/international
Destaque na área de Negócios e Turismo


London Metropolitan University
http://www.londonmet.ac.uk/
Turismo


Oxford House College
http://www.oxfordhousecollege.co.uk/
Hotelaria e Turismo


University of the Arts London
www.arts.ac.uk/international
Viagem e Turismo e Novas tendências de mídia turística


University of Central Lancashire
http://www.uclan.ac.uk/
Hotelaria e Turismo


University of Glamorgan
http://www.glam.ac.uk/
Hotelaria e Turismo


University of Northampton
http://www.northampton.ac.uk/
Negócios e Turismo e Marketing turístico


University of Westminster
http://www.wmin.ac.uk/
Hotelaria e Turismo


Para saber mais sobre bolsas de estudos consultar os sites:

Programa de Bolsas Chevening, bolsas para universidades no Reino Unido -
http://www.britishcouncil.org/ ou http://www.chevening.com/

Programa de Bolsas Erasmus, bolsas para universidades em países da União Européia –
www.britishcouncil.org/erasmus ou www.ec.europa.eu/education

Programa de Bolsas Endeavour, bolsas para universidades na Austrália –
http://www.endeavour.deewr.gov.au/

Programa Alban, bolsas de estudos para estudantes da América Latina -
http://www.programalban.org/

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Regulamentar ou Não Regulamentar? Eis a Questão!

Após algumas postagens sobre mercado de trabalho, o Visões do Turismo decidiu abordar um tema de extrema importância para o futuro de nossas carreiras como turismólogos. Calma, ainda seremos (ou somos) bacharéis em Turismo, nada de turismólogos por enquanto! Pelo menos sob a ótica da regulamentação da profissão em nosso país, continuamos bacharéis. Este assunto está tramitando em poder de nossos governantes há alguns longos anos e simpósios, encontros, reuniões, entre outros são realizados entorno desta questão.

Existe uma grande discussão entre os que apóiam a regulamentação e os que são contra. Alguns defendem que ao regulamentarmos a nossa profissão, muitas pessoas perderiam seus empregos já que haveria piso salarial, obrigatoriedade de formação acadêmica do empregado, entre outras restrições que afetariam diretamente o mercado turístico.

Por outro lado, os que ainda resistem e lutam pela regulamentação afirmam que existem diversos motivos para a regulamentação. Um deles é que somos prejudicados devido à invasão de profissionais de outras áreas. Geógrafos, economistas, historiadores, administradores, entre muitos outros atuam intensamente em nosso mercado. Conquistar nosso lugar ao sol nesse grande e tentador mercado, que para economistas visionários é o que mais se desenvolverá na próxima década, é uma árdua e longa caminhada.

Não podemos deixar de expor que o turismo possui suas interdisciplinaridades e que sobrevive devido às suas interfaces com as ciências econômicas, a geografia, a história, a museologia, etc. Mas para isso existe a graduação em turismo! É justamente pelos nossos 4 anos de graduação, mais 2 anos de mestrado, 2 anos de doutorado, entre outras pós-graduações que o profissional do turismo está capacitado a interagir com as diversas áreas que o turismo exige.

A tramitação do projeto de lei de regulamentação da profissão apresentado em 2002 ainda se encontra na Câmara. O comodismo por parte de alguns e a contrariedade de outros fazem com que a pressão aos nossos governantes seja quase nula. Para que nossas reivindicações sejam atendidas é necessário questionar, fiscalizar, pressionar!

Link com a tramitação da proposição de regulamentação da profissão de turismólogo:


http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=54934

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Visões do Turismo entrevista Fernanda Paiva

Para entendermos melhor o mercado de trabalho turístico, fizemos uma entrevista com a estudante de turismo da UNIRIO, Fernanda Paiva.

1 - Qual sua formação?
Curso o 6° período de bacharelado em turismo na UNIRIO.

2 - Você está inserida no mercado de trabalho turístico? Quais são suas atividades?
Trabalhei com mercado emissivo na venda de pacotes na agencia e na operação com mercado receptivo internacional. Depois estagiei em uma operadora de receptivo local cujos principais produtos eram tours na cidade do Rio de Janeiro. Começo no inicio do proximo mês um novo estágio em um outra operadora internacional, mas na parte de incentivos.

3 - O que você acha do mercado de trabalho turistico?
O mercado de trabalho é em geral é amplo, mas as maiores oportunidades estão em agências e operadoras de turismo, trabalhos que considero muito operacionais.

4 - Como você se vê daqui a 5 anos?
Em relação às minhas expectativas é um pouco complicado, pois entrei na faculdade sem um objetivo específico dentro do turismo e acredito que até o momento ainda não encontrei exatamente o que quero. Achei válidas as experiencias que tive pra saber o que não fazer. A única certeza é fazer uma pós-graduação ligada ao turismo.

5 - Na sua opinião, quais são as tendências do mercado de trabalho turístico
para os próximos anos?
Acredito que o mercado de trabalho tende a crescer com o próprio turismo. Além disso há cada vez mais a preocupação com a qualidade e diversificação de produtos, o que exige mão-de-obra qualificada para todos os setores do turismo.